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Instituto Servos Adoradores da Misericórdia
Santos Onomásticos
 
Nossa Patrona

São Juan Diego (Pe. José Juan):


Foi um índio mexicano da tribo nahua, a quem a Vírgem Maria apareceu, sendo consagrada como Nossa Senhora de Guadalupe, em Tepeyac, noroeste da Cidade do México, em 9 de Dezembro de 1531.


Pelos relatos, uma "Senhora do Céu" apareceu a Juan Diego, identificou-se como a Mãe do Verdadeiro Deus, instruiu-o a dizer ao bispo que construísse um templo no lugar, e deixou sua própria imagem impressa milagrosamente em seu tilma, um tecido de pouca qualidade (feito a partir do cacto), que deveria se deteriorar em 20 anos, mas que não mostra sinais de deterioração até ao presente, desafiando qualquer explicação científica sobre a sua origem. Em ampliações da face de Nossa Senhora, os Seus olhos, na imagem gravada, parecem refletir o que estava à sua frente em 1531 - Juan Diego, e o bispo!


O assunto tem sido objeto de inúmeras investigações científicas. É venerada no Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe e a sua festa é celebrada em 12 de Dezembro. Juan Diego foi beatificado em 1990, e canonizado em 2002, tornando-se o primeiro santo católico indígena americano.


https://pt.wikipedia.org/wiki/Juan_Diego_Cuauhtlatoatzin


 


Santa Rosa de Lima (Madre Rosa da Cruz):


Foi a primeira santa da América do Sul, Padroeira do Peru, das Ilhas Filipinas e de toda a América Latina. Santa Rosa nasceu em Lima (Peru) em 1586; filha de pais espanhóis, chamava-se Isabel Flores, até ser apelidada de Rosa por uma empregada índia que a admirava, dizendo-lhe: “Você é bonita como uma rosa!”.


Rosa bem sabia dos elogios que a envaideciam, por isso buscava ser cada vez mais penitente e obedecer em tudo aos pais, desta forma, crescia na humildade e na intimidade com o amado Jesus. Quando o pai perdeu toda a fortuna, Rosa não se perturbou ao ter que trabalhar de doméstica, pois tinha esta certeza: “Se os homens soubessem o que é viver em graça, não se assustariam com nenhum sofrimento e padeceriam de bom grado qualquer pena, porque a graça é fruto da paciência”.


A mudança oficial do nome de Isabel para Rosa ocorreu quando ela tomou o hábito da Ordem Terceira Dominicana, da mesma família de sua santa e modelo de devoção: Santa Catarina de Sena e, a partir desta consagração, passou a chamar-se Rosa de Santa Maria. Devido à ausência de convento no local em que vivia, Santa Rosa de Lima renunciou às inúmeras propostas de casamento e de vida fácil: “O prazer e a felicidade de que o mundo pode me oferecer são simplesmente uma sombra em comparação ao que sinto”.


Começou a viver a vida religiosa no fundo do quintal dos pais e, assim, na oração, penitência, caridade para com todos, principalmente índios e negros, Santa Rosa de Lima cresceu na união com Cristo, tanto quanto no sofrimento, por isso, tempos antes de morrer, aos 31 anos (1617), exclamou: “Senhor, fazei-me sofrer, contanto que aumenteis meu amor para convosco”.


Foi canonizada a 12 de abril de 1671 pelo Papa Clemente X.


http://santo.cancaonova.com/santo/santa-rosa-de-lima-primeira-santa-da-america-do-sul/


 


Santa Terezinha do Menino Jesus (Ir. Tereza das Chagas):


Desde muito cedo Teresa Martin iniciou sua devoção ao Menino Jesus. Aos seis anos e meio,  começa a se preparar para a primeira comunhão, sendo catequizada por sua irmã Paulina. Graças a esta catequese, o amor ao Menino Jesus vai aumentando em seu coração.  Ao falar deste período, nossa santa afirma que "amava-o muito" (A 31v). Não é, pois, de se estranhar que à época de seu primeiro chamado à vida carmelitana, tenha aceitado com entusiasmo a proposta de Madre Gonzaga de se chamar "Teresa do Menino Jesus" quando ingressasse no Carmelo. Após prepará-la para a primeira comunhão, Paulina, já Irmã Inês de Jesus no Carmelo de Lisieux, convida a menina a considerar sua alma como um jardim de delícias no qual é preciso cultivar as flores de virtudes que Jesus virá colher em sua primeira visita.


No ano de 1887 se oferece ao Menino Jesus para ser seu brinquedo (A 64r), desejando abandonar-se sem reservas à sua misericórdia. Isto ocorre por ocasião da célebre audiência com o papa Leão XIII. Teresa esperava que o papa autorizasse sua entrada imediata no Carmelo, apesar da pouca idade. Enorme decepção! Recebe palavras ternas e não a resposta desejada. Por isso não fica perturbada. Não havia se oferecido para ser a "bolinha" de Jesus e não dissera que ele poderia fazer o que quisesse com ela?


A partir do dia 9 de abril de 1888, data de seu ingresso no Carmelo de Lisieux, Teresa pode, finalmente, realizar seu sonho de menina: assina suas cartas durante todo o postulantado como "Teresa do Menino Jesus" (Ct 46-79). No dia 10 de janeiro de 1889, dia em que recebe o hábito, assinará pela primeira vez "Irmã Teresa do Menino Jesus e da Santa Face", que será seu nome definitivo de Carmelita (Ct 80). Quando entra na clausura, a primeira coisa que lhe chama a atenção é o sorriso de seu "Menino cor de rosa" (A 72v), que a acolhe. Ela se encarregará de colocar-lhe flores desde a Natividade de Maria: "era a Virgenzinha recém-nascida que apresentava sua florzinha ao Menino Jesus". (A 77r).


Nos finais de 1894, a jovem carmelita descobre sua "Pequena Via". A infância espiritual do cristão, feita de confiança e abandono, deverá se moldar na própria infância de Jesus, em seu caráter  de Filho, tão particularmente representado nos traços de sua infância. No dia 7 de junho de 1897, Teresa se deixa fotografar, tendo nas mãos as estampas do Menino Jesus e da Sagrada Face. Sobre a imagem do Menino Jesus, conhecido como "de Messina", Teresa copia o versículo de Pr 9,4: "Quem for pequenino, venha a mim”.


http://www.santuariosantaterezinha.com.br/santuario/index.php/historia-padroeira


 


Santa Inês de Assis (Ir. Inês da Meditação):


Inês era irmã de Clara, mais nova do que ela, nascida em Assis em 1198. Em princípios de abril de 1212 foi juntar-se à irmã, que quinze dias antes tinha fugido da casa paterna para abraçar o ideal franciscano e se recolher no mosteiro de Santo Ângelo, nas faldas do Subásio, perto de Assis. Os parentes, exasperados com semelhantes gestos, que consideravam um segundo atentado contra o bom nome da família, serviram-se de todos os recursos para tentarem impedi-la de realizar os seus intentos, sem excluírem mesmo a violência física: Inês chegou a ser brutalmente ferida pelo seu tio Monaldo, que teve o atrevimento de violar a clausura e a tranquilidade do mosteiro. Porém, nem mesmo a força bruta conseguiu fazer vergar a jovem. Foi São Francisco quem sugeriu para a nova consagrada o nome de Inês, porque, pela fortaleza de que dera provas, esta jovem de 15 anos recordava a valentia da mártir romana Santa Inês.


Em 1212 São Francisco trouxe as duas irmãs para São Damião. Em 1220 Inês foi enviada para Florença, como abadessa do mosteiro de Monticelli, fundado no ano anterior. Mas muitos outros mosteiros de Clarissas se orgulham de ter hospedado a santa. Mais tarde regressou a São Damião, onde foi agraciada com uma aparição do Menino Jesus, por isso se representa por vezes Santa Inês com o menino Jesus nos braços. Em Assis Inês assistiu à morte da irmã Clara no dia 12 de agosto de 1253.


No coro do pobrezinho convento de São Damião ainda se podem ler os nomes das primeiras companheiras que seguiram as pegadas de Santa Clara e São Francisco pelo caminho da renúncia total e absoluta pobreza. São conhecidos nomes de senhoras e jovens de Assis que em São Damião tiveram o seu primeiro ninho: Hortolana, Inês, Beatriz, Pacífica, Benvinda, Cristiana, Amada, Iluminada, Consolada… Os três primeiros nomes pertencem a mulheres da família de Santa Clara: Hortolana era a sua mãe, e Inês e Beatriz eram suas irmãs.


Morreu serenamente três meses depois da irmã Santa Clara, a 16 de novembro de 1253, com 55 anos de idade.


http://www.franciscanos.org.br/?p=28569#sthash.KwNQxbIW.dpuf


 


Santa Rute (Ir. Ruth do Verbo):


Rute ou Ruth é uma personagem bíblica do Antigo Testamento. Ela aparece no livro que tem o seu nome, o “Livro de Rute”, onde se narra a história de sua vida junto com a história de Noemi, sua sogra. O nome Rute significa companheira. E, companheira foi o que Rute soube ser de maneira maravilhosa e exemplar. O mais importante de sua vida, porém, foi que, mesmo sendo estrangeira, de sua descendência nasceu o rei Davi. Seu segundo marido, Booz, e seu filho Obed fazem parte da genealogia de Jesus Cristo, sendo mencionados no Evangelho de São Lucas 3, 32.


Rute nasceu em Moabe, região que fica ao sul de Israel, do outro lado do Mar Morto, atual Jordânia. Pelo que podemos ler no livro de Rute, esta jovem era uma moabita justa, santa, temente a Deus, embora tenha sido criada conforme o costume dos moabitas. Sabe-se que os moabitas foram inimigos dos israelitas em vários pontos e chegaram a vencer os judeus em algumas batalhas.


Aconteceu que na terra de Belém houve uma grande fome. Por causa disso, muitos judeus que viviam ali, tiveram que emigrar em busca de sobrevivência. Noemi, seu marido Elimelec e seus dois filhos Maalon e Quelion partiram para a terra de Moab em busca de melhores condições de vida. Lá, Elimelec veio a falecer. Maalon e Quelion se casaram com mulheres da terra. Quelion casou-se com Orfa e Maalon, com Rute. Assim, Rute entra para a história de Israel e seu nome será lembrado para sempre. Mas isso aconteceu não só por causa de seu casamento com Maalom.


Maalon e Quelion também vieram a falecer nas terras de Moab e sem deixar filhos. Assim, Noemi se viu sozinha, sem descendentes, numa terra estranha. Por isso, ao saber que a fome tinha terminado em Belém, resolveu voltar. A princípio suas duas noras a acompanharam. Noemi insistiu para elas ficassem em suas terras e se casassem novamente, pois eram jovens e tinham uma vida pela frente. Orfa, ouviu o conselho de Noemi e voltou. Rute, porém, disse que preferia morrer a abandonar Noemi, e permaneceu com a sogra até o fim.


Em Belém, o carinho e a atenção de Rute para com Noemi chamaram a atenção de todos os parentes. No tempo da colheita da cevada, ela foi trabalhar na lavoura para ajudar em casa e se destacou pela dedicação, pela força e pelo trabalho bem feito. Booz, o dono da lavoura e parente de Noemi, interessou-se por Rute. Noemi, por sua vez, ajudou na aproximação entre Rute e Booz. Por fim, esses dois se casaram e deram um neto a Noemi, o que foi razão de alegria para todos.


O filho de Rute e Booz, neto de Noemi, se chamou Obed. Ele foi o pai de Jessé, que foi o pai de Davi. Assim, Rute foi essencial para que, um dia, várias gerações mais tarde, Jesus nascesse da descendência de Davi. A importância de Rute, a moabita, é grande na história de Israel, pela descendência que gerou e pelo exemplo que deixou. Quando preferiu ser fiel a seu voto de fidelidade à sua sogra, ela mudou o rumo de sua história, da história do povo de Israel e até mesmo da história da humanidade, pois, pois causa desta sua fidelidade, houve descendentes que chegaram até o Messias, o Salvador, Jesus, o Filho de Deus. Por isso, Rute é também chamada de Santa Rute.


http://www.cruzterrasanta.com.br/historia-de-santa-rute/225/102/


 


São João Paulo II (Ir. Ângela Karol):


João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade deWadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.


Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário, mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.


Karol Wojtyla manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua graduação como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.


Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.


Karol Wojtyla, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.


http://www.nossasagradafamilia.com.br/conteudo/historia-de-sao-joao-paulo-ii.html


 


Santa Faustina do Santíssimo Sacramento (Ir. Helena Francisca):


Faustina nasceu na aldeia de Glogowiec, distrito de Turek, na Polônia, no dia 25/08/1905. Ela é a terceira de dez filhos do casal Estanislau Kowalska e Mariana Babel. Foi batizada com o nome de Helena Kowalska.


A vida espiritual de Helena começara cedo. Em seu Diário escreve: “Quando eu tinha sete anos ouvi pela primeira vez a voz de Deus na minha alma”.


Em 1920 e 1922 a jovem pede aos pais permissão para entrar no convento, mas eles recusam. Não possuem recursos para lhe dar o dote necessário, estão mergulhados em dívidas – e, acima de tudo, estão muito ligados à filha.


O desejo de se consagrar totalmente a Deus lhe acompanhava, mas, perante as dificuldades, por um tempo Helena desiste da ideia. Entrega-se, então, à “vaidade da vida”, aos “passatempos”, como anos depois escreveria em seu Diário.


Deus, porém, não volta atrás. Estando um dia num baile com sua irmã, uma visão de Cristo Sofredor interpela a jovem Helena: “Até quando hei de ter paciência contigo e até quando tu Me desiludirás?” (Diário, 9). Decide entrar no convento. Bateu em várias portas até ser acolhida no dia 01 de agosto de 1925 na clausura do convento da Congregação das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia, em Varsóvia. Foi tentada a deixar essa comunidade várias vezes, mas Jesus lhe apareceu e exortou: “Chamei-te para este e não para outro lugar e preparei muitas graças para ti” (D. 19).


Dentro da Congregação, Helena recebeu o hábito e o nome de Irmã Maria Faustina, em 1926. Dois anos depois faria a primeira profissão dos votos religiosos. Em sua vida exterior nada deixava transparecer da sua profunda vida espiritual, que haveria de incluir as graças extraordinárias da contemplação infusa, o conhecimento da misericórdia divina, visões, aspirações, estigmas escondidos, o dom da profecia e discernimento, e o raro dom dos esponsais místicos (D. 1056). Um sonho a movia – viver plenamente o mandamento do amor: “Ó meu Jesus, Vós sabeis que desde os meus mais tenros anos eu desejava tornar-me uma grande santa, isto é, desejava amar-Vos com um amor tão grande com que até então nenhuma alma Vos tinha amado” (D. 1372).


Jesus a escolhe como secretária, apóstola, testemunha e dispensadora da divina misericórdia (nn. 965; 1142; 400; 570). Seu Diário pode ser considerado como um dos clássicos da espiritualidade católica, ao lado de História de uma alma, A prática do amor a Jesus Cristo, Filotéia e outros.


O processo informativo para a canonização da Irmã Faustina se iniciou em 1965. O Cardeal Karol Wojtyla o encerra com uma sessão solene no dia 20/09/1967. Anos depois (1978) Karol Wojtyla se tornaria o Papa João Paulo II, e por suas mãos Irmã Faustina seria beatificada (1993) e canonizada (2000), tornando-se assim a primeira santa canonizada no III Milênio cristão. A data de sua celebração litúrgica é o dia 5 de outubro, que marca seu nascimento para o céu.


http://misericordia.org.br/home/devocao/483-2/


 


Santa Catarina de Sena (Ir. Emanuela Catarina):


Reconhecida como Doutora da Igreja, era de uma enorme e pobre família de Sena, na Itália, onde nasceu em 1347.


Voltada à oração, ao silêncio e à penitência, não se consagrou em uma congregação, mas continuou, no seu cotidiano dos serviços domésticos, a servir a Cristo e Sua Igreja, já que tudo o que fazia, oferecia pela salvação das almas. Através de cartas às autoridades, embora analfabeta e de frágil constituição física, conseguia mover homens para a reconciliação e paz como um gigante.


Dotada de dons místicos, recebeu espiritual e realmente as chagas do Cristo; além de manter uma profunda comunhão com Deus Pai, por meio da qual teve origem sua obra: “O Diálogo”. Comungando também com a situação dos seus, ajudou-o em muito, socorrendo o povo italiano, que sofria com uma peste mortífera e com igual amor socorreu a Igreja que, com dois Papas, sofria cisão, até que Catarina, santamente, movimentou os céus e a terra, conseguindo banir toda confusão. Morreu no ano de 1380, repetindo: “Se morrer, sabeis que morro de paixão pela Igreja”.


http://santo.cancaonova.com/santo/santa-catarina-de-sena-servia-a-cristo-e-sua-igreja/


 


Santa Bernadette (Ir. Bernadete Consolata):


Marie-Bernard Soubirous ou Maria Bernarda Sobeirons em occitano (Lourdes, 7 de Janeiro de 1844 — Nevers, 16 de Abril de 1879) foi uma religiosa francesa, canonizada pela Igreja. É conhecida por ter sido a menina a quem a Virgem Maria apareceu em Lourdes, na França. Bernadette afirmou ter tido 18 visões da Virgem Maria, no mesmo local, entre 11 de fevereiro à 16 de julho de 1858. E defendeu a autenticidade das aparições com uma firmeza incomum para uma adolescente com temperamento humilde e obediente, além de níveis baixíssimos de instrução e sócio-econômico. Manteve-se contra a opinião de sua família, do clero e das autoridades públicas. Foi submetida, pelas autoridades civis, a métodos de interrogatórios, constrangimentos e intimidações inadmissíveis. Mas nunca vacilou em afirmar, com toda a convicção, a autenticidade das aparições, o que fez até a sua morte, em 1879.


https://pt.wikipedia.org/wiki/Bernadette_Soubirous


 


Santa Marta (Ir. Agnes Marta):


Marta é contemporânea de Jesus. Ela é mencionada treze vezes nos Evangelhos. Era irmã de Lázaro, grande amigo de Jesus e de Maria, aquela que se sentava aos pés do Mestre para ouvi-lo. A família de Marta vivia no vilarejo de Betânia, a três quilômetros de Jerusalém. A casa e Marta era um verdadeiro local de descanso para Jesus e seus discípulos. Convivendo com o Mestre, ouvindo-o e servindo-o, Marta conheceu o Reino dos céus. Ela presenciou a ressurreição de seu irmão Lázaro, operada por Jesus, quatro dias após sua morte. Certa vez Jesus se hospedou na casa de Marta, em Betânia. Para agradar e bem receber Jesus e seus discípulos, Marta mergulhou nos afazeres domésticos, sem perceber, talvez, que Jesus gostaria de ter sua presença, ao lado da irmã Maria, como ouvinte atenta e carinhosa, da mensagem do Reino dos Céus. Tal comportamento lhe rendeu uma repreensão carinhosa de Jesus, que, afinal, tornou-se grande ensinamento para todos nós: o de que as coisas espirituais, a palavra do Senhor, são mais importantes que as materiais. 


No episódio da doença, morte e ressurreição de Lázaro, seu irmão, Marta sofre. Ela manda chamar Jesus e Jesus aparentemente não atende. Seu irmão morre e é sepultado. Fica quatro dias no túmulo e, só então, Jesus chega. Marta corre até ele, ajoelha-se aos pés do Mestre e diz: "Senhor, se tivesses estado aqui, o meu irmão não teria morrido. Jo 11,21 . Este desabafo mostra a confiança e a intimidade que marta tinha com o Senhor. E a frase que ela diz em seguida, mostra toda a sua fé incondicional em Jesus: “Mas mesmo agora, eu sei que tudo o que pedires a Deus, Deus dará". Trata-se de uma das passagens mais emocionantes do Novo Testamento em que, no final, Jesus ressuscita Lázaro e muitos passam a crer nele. Os primeiros a realizarem uma festa dentro da liturgia da Igreja dedicada a santa Marta foram os franciscanos, no ano 1262. Para tal celebração, escolheram o dia 29 de julho. A festa se difundiu e os cristãos passaram a celebrar Santa Marta já como Padroeira dos Anfitriões, Hospedeiros, Cozinheiros, Nutricionistas e Nutrólogos. Mais tarde a Igreja confirmou oficialmente a celebração na mesma data.


http://www.cruzterrasanta.com.br/historia-de-santa-marta-irma-de-lazaro/400/102/#c


 


Luís Maria Grignion de Montfort (Ir. Luiza Cristina):


Louis-Marie Grignion, mais conhecido como São Luís Maria Grignion de Montfort (31 de Janeiro de 1673 - 28 de Abril de 1716), foi um sacerdote francês e é um santo católico. Ele é reconhecido por ser um pregador e um escritor, cujos livros são amplamente lidos nos dias atuais e considerados de extrema importância no Magistério da Igreja Católica.


Ele é considerado como um dos primeiros defensores da mariologia como é conhecida atualmente, e um candidato a tornar-se um doutor da Igreja. A sua estátua de Giacomo Parisini está agora colocada no nicho superior da Nave Sul da Basílica de São Pedro no Vaticano.


São Luís estava constantemente ocupado em missões de pregação, sempre viajando. Mas ele também encontrou tempo para escrever - o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem Maria, O Segredo de Maria e O Segredo do Rosário, as regras para a Companhia de Maria e as Filhas da Sabedoria, e muitos hinos. A sua missão teve um grande impacto, especialmente em Vendée.


https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Maria_Grignion_de_Montfort


 


Santa Cecília (Ir. Cecília da Trindade):


Santa Cecília é uma santa cristã, padroeira dos músicos e da música sacra, pois consta que ao morrer ela teria cantado a Deus. Não se tem muitas informações sobre a sua vida. É provável que tenha sido martirizada entre 176 e 180, sob o império de Marco Aurélio. Escavações arqueológicas não deixam dúvidas sobre sua existência, mas sua história só foi registrada no século V, na narrativa Paixão de Santa Cecília. Santa Cecília é a santa da Igreja Católica que mais tem basílicas em Roma (nenhuma outra santa conseguiu tal feito) e é uma das santas mais veneradas da Idade Média, além de ser a primeira santa encontrada com corpo incorrupto, no ano de 1599, mesmo depois de tantos séculos. Uma estátua de seu corpo que não se decompôs com a força do tempo foi feito por Stefano Maderno (1566-1636).


https://pt.wikipedia.org/wiki/Cec%C3%ADlia_de_Roma


 


Santa Teresa Benedita da Cruz (Ir. Edith Véritas):


Edith Theresa Hedwig Stein, canonizada como Santa Teresa Benedita da Cruz (Breslávia, 12 de outubro de 1891 — Oświęcim, 9 de agosto de 1942), foi uma filósofa e teóloga alemã. Ela nasceu em uma família judia praticante, mas se tornou ateia na adolescência. Movida pelas tragédias da Primeira Guerra Mundial, em 1915, ela teve aulas para se tornar auxiliar de enfermagem e trabalhou em um hospital de doenças infecciosas. Teve uma grande mudança em sua crença a partir da leitura de um livro de Santa Teresa de Ávila, quando estava em casa da amiga Hedwig Conrad-Martius, em Beergzabern. Mais tarde converteu-se ao catolicismo tornando-se freira Carmelita Descalça. Edith foi a segunda mulher a defender uma tese de doutorado em filosofia na Alemanha, sobre a Empatia,[1] tendo sido discípula e depois assistente de Edmund Husserl, o fundador da fenomenologia.[2] Já religiosa, anotou: "A fé está mais próxima da sabedoria divina do que toda ciência filosófica e mesmo teológica". Morreu aos 51 anos, no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau. Em 11 de outubro de 1998, foi canonizada pelo Papa João Paulo II e é considerada mártir da Igreja Católica, sendo uma das seis santas copadroeiras da Europa.


https://pt.wikipedia.org/wiki/Edith_Stein

 
 

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